terça-feira, 3 de maio de 2011

A ARTE DO PERFUMISTA...

Texto: Êx. Cap. 30, vers. 22-33



  Introdução.

   O azeite da unção foi composto pelo Senhor  Deus que instruiu Moisés sobre as medidas, ingredientes e método a ser usado na sua elaboração, a partir de extratos vegetais, isto é: essências de especiarias. Observamos que quatro especiarias são citadas, são elas:
  A mais pura mirra, canela, cássia, cálamo e o azeite, que desempenha as funções do agente fixador e condutor desta composição
  A elaboração do azeite da unção tinha que ser conforme a arte do perfumista, que consiste em extrair de cada especiaria a sua essência, o que implica num trabalho esmerado, criterioso, atendendo medidas precisas, tempo e temperaturas adequadas, combinado com as quantidades específicas de cada ingrediente para não comprometer a qualidade do perfume, cuidando para que outra substância;não contamine a fórmula não é apenas o macerar de algumas ervas aleatoriamente. 
 
  Desenvolvimento.

  O Espírito Santo de Deus é este Perfumista, que colhe o homem temporal como a erva do seu estado natural e extrai a essência oculta no seu interior, isto é: a alma, o espírito que nos foi dado pelo Pai,fazendo-o vivo, exalando o bom cheiro de Cristo.
  Nesta composição o ”bagaço”, a ”palha”, os resíduos da razão e do desequilíbrio emocional  humano são dispensáveis. Após este tratamento o Perfumista extrai do homem ações de obediência, zelo, amor e gratidão e faz exalar o bom cheiro da salvação, em testemunhos fiéis de servos e servas do Senhor que como especiarias se entregam ao Perfumista.

  Conclusão.

  A mirra representa o sofrimento da igreja que renuncia a se mesmo, frisamos que nesta composição tinha que usar a mais pura mirra, isto é: um viver sem murmuração porem com gratidão, entregando-se  à vontade do Perfumista. As demais especiarias representam a obra de cada servo ou ações que o Espírito Santo extrai de cada um. Quando se mistura quatro essências diferentes é impossível identificarmos uma isoladamente, mas obteremos do conjunto um perfume, resultado da combinação das essências (o que caracteriza corpo). Nos móveis e utensílios do culto levítico bem como sobre os que ministravam o cheiro era do todo, sem esquecer que o condutor e fixador era o azeite (o Espírito Santo) Ele é quem difunde através da igreja o bom cheiro da salvação. Não se podia fazer uma composição igual para uso pessoal, isto quer dizer que: o homem não deve usar o nome do Espírito Santo e nem a obediência dos servos do Senhor para projeção pessoal e se "beneficiar” à custa da simplicidade do servo;... tal homem será banido da sua congregação.

  Apelo.

 Permita o Perfumista extrair do seu viver ações que como micro-gotas se juntarão com um sem fim de outras para compor este perfume.

 Dr.Bueno.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

A TAMARGUEIRA DO DESERTO...




A TAMARGUEIRA DO DESERTO

Texto: Jr  48:6 
“Fugi, salvai a vossa vida e sereis com a tamargueira no deserto”.

Quando o profeta Jeremias escreveu este texto estava falando a um povo com uma grande dificuldade espiritual. Não sabiam para onde ir; aguardavam o ataque que viria sobre eles. O profeta disse: fugi, salvai a vossa vida...
 Obs. Os capítulos 46 a 52 são profecias de Jeremias contra diversas nações estrangeiras; o capítulo 48 é dirigido a Moabe. Jerusalém já havia sido tomada e o povo levado ao exílio, por causa da desobediência e não atendimento às profecias.
A tamargueira é um tipo de palmeira que vive no deserto. Existem muitos tipos de palmeiras, mas esta é típica das regiões desérticas. Muitas árvores morreriam se plantadas no deserto, mas a tamargueira não, ela tem condições para sobreviver e ser diferente.
A tamargueira produz um tipo de tâmara. Recebe a luz solar e a transforma em massa. Quanto mais sol ela recebe, mais abre os seus pendões. Ela abre os pendões e cresce ereta (para o alto). Outra árvore qualquer morre no deserto, mas a tamargueira não, ela vive e produz suas tâmaras.
As tâmaras são um benefício para os viandantes, os que vêm de longe à procura de sombra e alimento. A tamargueira produz seus frutos que ao caírem na terra quente do deserto são cozidos e tornam-se adocicados.
O que senta sob a tamargueira alimenta-se de um fruto doce, cheio de elementos nutritivos e tem o descanso.
Diz a palavra: fugi, salvai a vossa vida
Na hora atual a fuga é uma necessidade: o crente, o homem que aceita Jesus como o seu Salvador é como a tamargueira no deserto.
O mundo não sabe do que estamos vivendo. Ao olharem para nós pensam que apenas sobrevivemos buscando água; desconhecem que estamos vivendo sob o sol da justiça: quanto mais sol incide sobre nós, mais revelações da parte de Deus para nossas vidas, mais crescemos, mais nos fortalecemos, mais os nossos pendões são abertos – uma abertura para a eternidade, mais crescemos eretos (direcionados para o alto).
Ninguém vê a água que nutre a tamargueira, ela a busca na profundidade. O crente fiel vive da água da vida que ninguém conhece, água invisível aos olhos do mundo.
Os frutos adocicados são o resultado das lutas vividas pelo crente. As lutas vêm do calor intenso do chão, da terra em que ele está pisando. Aqueles que chegam até nós, tamargueiras no deserto, comem e se alimentam das nossas lutas, das nossas dificuldades superadas, da nossa experiência.
Não somos excepcionais, e nem estamos livres da situação difícil que nos cerca, também somos atingidos pela tribulação que se abate sobre o mundo, mas a diferença é que temos uma palavra de certeza, de segurança. Conhecemos as profecias, sabemos que estas coisas que estão acontecendo nos fazem bem, amadurecem nossas vidas e, assim, podemos trazer segurança aos corações que estão aflitos.

CONCLUSÃO:
Fugi, salvai a vossa vida....
O crente é a figura da tamargueira, ele vive no deserto da vida, se alimenta da água que ninguém vê, vive do sol intenso que mata as outras plantas; dá sombra, abrigo, alimento cozido e doce para aqueles que vêm de longe da longa jornada da vida.
MARANATA! JESUS VEM!!!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

ELE VOLTARÁ!!!...

ELE voltará!!!!!!!



*Recebi esta mensagem do Dr. Bueno. Maravilhosa! 
Por que  Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua  ressurreição?
Eu nunca  havia detido minha atenção a esse detalhe.
Em João 20:7 - nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus não
foi apenas deixado de lado como os lençóis no túmulo.  A Bíblia reserva
um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado
 cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.

"Bem  cedo pela manhã de domingo, Maria Madalena veio à tumba e descobriu que a
pedra havia sido removida da entrada.
 Ela correu e encontrou Simão  Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus tanto amara {João} e  disse  ela:  "Eles tiraram o corpo do Senhor e eu não sei para onde eles o  levaram."

Pedro e o outro discípulo correram ao túmulo para ver.

O  outro discípulo passou à frente de Pedro e lá primeiro chegou.   Ele  parou e observou os lençóis, mas ele  não entrou.   Então, Simão Pedro chegou e entrou. Ele também notou os  lençóis ali deixados,
enquanto o lenço que cobrira a face de Jesus  estava dobrado e colocado em um lado."
Isto é  importante? Definitivamente.

 Isto é  significante? Sim.
 Para poder  entender a significância do lenço dobrado, você tem que entender um
pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época.

O lenço  dobrado tem  a ver com o Amo e o Servo;  e todo menino Judeu conhecia  a tradição.

Quando o  Servo colocava a mesa de jantar para o seu Amo, ele buscava ter certeza
em fazê-lo exatamente da maneira que seu Amo queria.

A mesa era colocada perfeitamente e o Servo esperaria fora da visão do Amo até que o
mesmo terminasse a refeição.

O Servo não se atreveria nunca tocar a  mesa antes que o Amo tivesse terminado a refeição.

Se o Amo  tivesse terminado a refeição, ele se levantaria, limparia seus dedos,
sua boca e limparia sua barba e embolaria seu lenço e o jogaria sobre a
mesa. Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: "Eu terminei".

Eu não sabia a  respeito.

Se o Amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato,

o Servo não ousaria em tocar a mesa porque o lenço  dobrado queria dizer:

"Eu voltarei!"

 Ele voltará! O recado nos foi dado claramente!