quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

RUTE... SUA CAMINHADA.




A caminhada de Rute

Rute 1:16 Disse, porém, Rute: Não me instes para Rue te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus;
Um livro pequeno, mas com uma grande mensagem, mensagem de mudança, de transformação, de superação. Livro que começa com uma família sendo destruída, devido a erros cometidos, mas termina com uma família sendo restaurada. E não foi uma família qualquer, mas uma família de onde um dia, Deus enviaria ao mundo o salvador.
Apos a morte de seu esposo e filhos Noemi decide voltar para Belém, porque Deus havia visitado seu povo. E as suas duas noras Rute e Orfã, decidem ir com ela (vs 10), porém chega um momento que Orfã desiste, mas Rute persiste até o final.
Não estamos na caminhada de um dia. Lucas 13:33 Importa, caminhar, hoje, amanha e no dia seguinte, para que não morra o profeta fora de Jerusalém.
Muitos começam a caminhada, mas param de repente. Rute era Moabita, e a lei não permitia um Moabita permanecer na congregação do Senhor. Dt 23:3.
Mas além de permanecer, ela entrou na árvore genealógica de Jesus. Por quê? No momento que ela declara a Noemi, dizendo seu povo será o meu povo, teu Deus será meu Deus, Rute estava quebrando todos os laços com sua condição de ser Moabita, e passando a ser Israelita. Era como dizer, nasci e cresci Moabita, mais a partir de hoje escolho fazer parte do povo de Deus. Ela sai da lei e entra na Graça. E quando chega em Belém, Rute tem o encontro com Boas, um homem rico, que resgatou as terras da família de Noemi, casou-se com Rute e tiveram um filho que foi o avó do rei Davi. E da linhagem de Davi veio ao mundo o nosso Salvador, Jesus Cristo.
Tudo isso porque ela decidiu ir até o fim, e fez uma escolha que mudou sua vida “teu Deus será meu Deus”. E nos, até onde caminharemos?

Mensagem: Rodrigo Mota – Muriaé/MG.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

DEUS DOS MONTES E VALES...


WESLEY OLIVEIRA...ETERNIDADE PELA PALAVRA...
Quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Deus dos montes ou dos vales?

Porque os servos do rei da Síria lhe disseram: Seus deuses são deuses dos montes, por isso foram mais fortes do que nós; mas pelejemos com eles em vales, e por certo veremos, se não somos mais fortes do que eles! 1 Reis 20:23

O seu Deus é Deus dos montes ou Deus dos vales?

Houve uma guerra entre Israel e a Síria com vitória para os primeiros. Revoltosos da derrota, procurando os porquês de sua queda, chegam a conclusão que perderam pois a luta se deu nos montes e os “deuses” de Israel são de montes, mas se a guerra se travasse no vale, o desfecho seria outro.

Inicia outra guerra, agora, no vale, contudo, o desfecho é igual: vitória dos israelitas. Isso se explica muito facilmente; a vitória de Israel não estava na quantidade, nas armas usadas ou nos melhores planos e estratégias, Israel venceu porque DEUS estava com eles.

Na Bíblia o monte é costumeiramente figurado como local de segurança. Deus manda Ló fugir para o monte ao sair de Sodoma. O salmista já dizia que “elevo os meus olhos para o monte” (era onde esperava socorro). Já o vale é conhecido como local de dificuldade. A maior delas, também é citada pelo salmista: Ainda que andasse pela vale da sombra da morte.

Não se espante. Assim como os Sírios julgavam que o Deus de Israel era somente dos montes, muitas pessoas também te veem assim. Dizem que você é crente pois tem uma boa família, emprego, carro, saúde, etc. Está seguro no monte. Mas questionam, “quero ver ir pra igreja, falar de Deus, andar com Bíblia se estiver no vale”. Assim, como Jó, sem família, saúde e bens, será que confirmam a fé?


Nesse momento irmãos é hora de fazer como Israel, ir e vencer. Nossa alegria é ultracircunstancial, não estamos ligados a relevos, terrenos, coisas ou bens materiais. Nossa alegria está no Senhor e dizer ao mundo com nosso testemunho: o nosso Deus é Deus de montes e de vales!

Weslley Oliveira às 15:48

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

MANIFESTAÇÃO DO SAGRADO...


Do Blog: ETERNIDADE pela palavra.


Manifestações do Sagrado

A Bíblia não faz distinção entre religioso e secular, esse é um conceito moderno. Faz, entretanto, distinção entre santo e profano.
De uma maneira geral podemos entender “santo” como consagrado, estar separado, posto à parte (do mundo). O santo se coloca em oposição ao profano que, também de modo geral aplica-se ao que está fora do templo.
O par sagrado-profano é posto em relação ao par pureza-impureza e todo o povo de Deus é convocado à santidade, o que significa ser separado para Ele.
O povo da Bíblia não tem qualquer problema com esses conceitos, para eles o sagrado é o real e, por isso, eles convivem com essa realidade o tempo todo.
Abrão recebe um comando para sair do meio de sua parentela e obedece. O SENHOR fala com ele e não há espanto. O SENHOR e dois anjos aparecem para Abraão nos carvalhais de Manre, ele se prostra e os oferece hospitalidade. Jacó luta com o Anjo do Senhor e lhe diz: “só te deixarei ir se me abençoares”.
A mulher de Manoá, mãe de Sanção, se encontra com um anjo e não se espanta. Gideão recebe a saudação do Anjo e conversa com ele sem estranhar.
Jesus se depara com pessoas atormentadas por demônio o tempo todo.
Estando Pedro e outros apóstolos em prisão, apareceu-lhe um anjo do Senhor e abriu-lhe a porta do cárcere e eles saíram sem pensar duas vezes.
As pessoas da Bíblia não se espantam com o sagrado. Na verdade, elas vivem essa dimensão.
No século XIX, houve uma reviravolta na teologia surgindo a Teologia Liberal, com impacto principalmente entre os protestantes.
Com dificuldades para se posicionar em razão das críticas do Liberalismo, os teólogos tentaram retirar da religião todos os elementos metafísicos, reduzindo-a aos aspectos éticos. A essência do cristianismo, para eles era ser uma expressão moral humanitária.
Todos os esforços foram realizados para conciliar religião e razão, cristianismo e modernidade. O efeito de todo esse esforço liberal foi produzir em nós um ceticismo em relação às manifestações do sagrado.
Quando alguém diz que o “o SENHOR falou” ou o “ESPÍRITO SANTO me revelou” ou “tive um sonho” ou “visão”, imediatamente é posto em suspeição e passa ao descrédito: “a esse respeito de ouviremos outra hora” (Atos 17:32).
Nesse momento da história, escolhemos ignorar o sagrado atribuindo-lhe a categoria de mito ou superstição. Problemas espirituais são tratados com muita medicação e conversa e enquanto você vai lendo este texto (se não o abandonou na metade), eu vou sendo arrastado dentro de sua mente para alguma categoria como “fanático”, “supersticioso”, ”atrasado”, ”maluco”...


Cel QOR Cícero PMMG